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Denise Arruda abraça novo estilo de vida em sintonia com a natureza e reforça tendência de “casas com alma”

Empresária se mudou com a família para novo lar

15/09/2026 às 12h23 Atualizada em 15/09/2026 às 12h52
Por: Redação
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Divulgação
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A empresária Denise Arruda, de Campinas (SP), vive uma nova fase marcada pela busca por bem-estar, conexão com a natureza e valorização das memórias afetivas. Ela acaba de se mudar para uma residência onde o verde ocupa lugar de destaque, refletindo uma tendência crescente na arquitetura e no design de interiores: o abandono dos ambientes excessivamente minimalistas em favor de espaços mais acolhedores, personalizados e cheios de significado.

                               

A mudança acompanha um movimento que vem ganhando força em diversas partes do mundo e que, no Brasil, tem alimentado debates sobre o desejo das pessoas de viver em ambientes que transmitam sensação de pertencimento, conforto e identidade. Nas redes sociais, o tema ganhou ainda mais repercussão recentemente após declarações do cantor João Gomes sobre sua preferência por ambientes simples, afetivos e com “cara de casa”, impulsionando discussões sobre o resgate da essência dos lares brasileiros.

Para Denise, essa escolha tem raízes profundas na própria história.

“Cresci frequentando as fazendas do meu pai, em Pernambuco. Tenho lembranças muito fortes do contato com a natureza, dos jardins, das árvores, dos animais e daquela sensação de liberdade que só os espaços verdes proporcionam. Sempre admirei esse estilo de vida e faço questão de estar perto da natureza”, afirma a empresária.

         

A nova residência foi pensada justamente para fortalecer essa conexão. Jardins integrados aos ambientes, iluminação natural abundante e áreas de convivência voltadas para o exterior transformam a casa em um refúgio onde a paisagem é protagonista.

“Hoje existe uma correria muito grande no dia a dia. Chegar em casa e poder ouvir os pássaros, ver o verde pela janela e sentir essatranquilidade faz toda a diferença. Queria um lugar que tivesse alma, que transmitisse acolhimento e que contasse uma história”, destaca Denise.

                                       

Especialistas apontam que essa busca por lares mais afetivos representa uma reação ao excesso de padronização que marcou parte da arquitetura contemporânea nos últimos anos. Ambientes impecáveis, mas muitas vezes impessoais, vêm cedendo espaço para projetos que valorizam memórias, objetos com significado, materiais naturais e elementos que remetem às casas de antigamente.

É a chamada tendência das “casas com cara de casa” — ou, como muitos definem nas redes sociais, das “casas de vó”: lugares que privilegiam conforto, aconchego, natureza e autenticidade.

Ao iniciar esse novo capítulo, Denise Arruda se junta a um movimento que vai além da estética. Trata-se de uma mudança de estilo de vida, em que a casa deixa de ser apenas um espaço para morar e passa a ser um ambiente de reconexão com as próprias origens, com as lembranças e com aquilo que realmente importa.

                     

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