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Yasmin Brunet revela luta contra depressão desde a adolescência: “Quadros bem intensos”

Modelo contou que teve o primeiro episódio aos 13 anos e compartilhou hábitos que adotou para cuidar da saúde mental

30/09/2026 às 10h02
Por: Redação
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Reprodução/Instagram
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Yasmin Brunet, de 38 anos, voltou a falar publicamente sobre sua relação com a depressão e relembrou os períodos mais difíceis que enfrentou ao longo da vida. Em um vídeo publicado nas redes sociais nesta terça-feira (29), a modelo contou que o primeiro episódio aconteceu quando tinha aproximadamente 13 anos.

Segundo Yasmin, os episódios voltaram em diferentes fases da adolescência e da juventude. Ela relatou que chegou a enfrentar quadros que classificou como bastante intensos e que também apresentava sintomas físicos durante esses períodos.

“Meu primeiro episódio de depressão começou com mais ou menos uns 13 anos de idade. Depois, com 14, lá pelos 17 de novo, e 20, 21, 22, 23, mais ou até 24, 25 anos também tive bastante ali, uns quadros bem intensos, inclusive. Eu acabava também somatizando muitas coisas e me vinham enxaquecas muito fortes”, contou.

Yasmin fala sobre rotina e tratamento

Durante o desabafo, a modelo compartilhou alguns cuidados que considera importantes para atravessar períodos de maior fragilidade emocional. Entre eles, destacou a importância de manter uma rotina de sono organizada.

Para Yasmin, não basta apenas dormir a quantidade necessária de horas. Ela defendeu também horários mais regulares para dormir e acordar.

A alimentação foi outro ponto citado pela influenciadora. Ela afirmou que, quando está mais triste, percebe uma tendência de buscar as chamadas “comidas conforto”, como fast-food, e ressaltou a importância de manter uma alimentação adequada nesses períodos.

Alerta sobre medicamentos

Yasmin também aproveitou o relato para fazer um alerta sobre tratamentos psiquiátricos. Ela ressaltou que medicamentos não devem ser interrompidos ou ter suas doses modificadas por conta própria.

“Quando a gente está num tratamento psiquiátrico, a gente não pode parar quando quiser, aumentar a dose quando quiser, tomar um pouco mais ou menos. A gente tem que sempre perguntar para o nosso médico se tudo bem mudar ou aumentar. Não faça isso por conta própria”, afirmou.

A orientação dada por Yasmin está relacionada à própria experiência e não substitui acompanhamento médico. Mudanças em medicamentos psiquiátricos devem ser discutidas com o profissional responsável pelo tratamento.

Rede de apoio também é importante

Outro ponto destacado pela modelo foi a necessidade de não enfrentar momentos difíceis em isolamento. Ela citou terapia, família e amigos como fontes de apoio.

“Terapia faz muita diferença, mas se você não puder, pelo menos não deixe de procurar sua rede de apoio. Não deixe de falar com sua família, não deixe de conversar com seus amigos e suas amigas. Não fique com tudo isso guardado dentro de você”, declarou.

Yasmin já havia falado sobre o assunto em 2022, quando revelou que tinha ansiedade, insônia e que havia enfrentado depressão aos 13 anos. Na ocasião, também defendeu que a saúde mental deixasse de ser tratada como tabu.

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